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As palavras que São José nos disse. – Apresentação de Maria
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As palavras que São José nos disse.

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Comunidade do Noviciado – St- Estanislau

Nesta semana de oração pelas vocações sentimo-nos desafiadas a promover um “ajuntamento” entre a nossa Regra de Vida e a mensagem que nos oferece o Papa Francisco. Não foi difícil que o abraço entre estes dois textos surgisse de forma espontânea, porque as afinidades são mais que muitas, das quais quisemos destacar 3:

  1. Ousar sonhar e propor o sonho Que sonho habita o meu coração?

Todos temos os nossos sonhos, e não é de ânimo leve que deixamos que eles sejam “desarranjados” por Deus. Os seus “desarranjos” querem levar-nos a um MAIS, nem sempre visível a nossos olhos. Somente “no abandono confiante à vontade, muitas vezes desconcertante do Pai” (Regra de Vida) se pode abrir caminho rumo a essa aventura da Fé. Então, os nossos sonhos deixarão de ser nossos, para dar lugar aos sonhos de Deus.

O amor é a pedra angular dos nossos sonhos, é ele que está na base de qualquer escolha vocacional, porque fruto de um encontro com a pessoa de Jesus Cristo. Este encontro “gera e regenera vidas todos os dias”*. Por isso é que nos sentimos interpeladas interiormente, a “empenhamo-nos em ajudar os jovens a interrogarem-se sobre a sua vocação pessoal na Igreja (…)” (Regra de vida)

  1. Servir com alegria e alegria no serviço A quem sirvo ou a que sirvo?

Jamais se pode perder de vista de que o princípio e o fim do meu serviço está no cerne da vocação a que sou chamado e, por isso, “Convidamos os jovens a comprometerem-se no seu meio ou no voluntariado «ad gentes»” (Regra de vida). Pois é na experiência do serviço gratuito e alegre que “a maturação do dom de si mesmo”* ultrapassa a lógica de um sacrifício estéril, que “pode correr o risco de exprimir infelicidade, tristeza e frustração”*.

Na medida em que me dou à realidade do meu quotidiano, à semelhança de São José que “viveu em tudo para os outros e nunca para si mesmo”*, vou descobrindo quem sou e aprendendo a “libertar o amor de qualquer posse, abrindo-me realmente a um serviço ainda mais fecundo”*. Isto permitir-me-á “descobrir a força da atracção de Cristo, capaz de transformar a minha vida” (Regra de vida).

  1. Fidelidade constante; constância na fidelidade Fidelidade: todos os dias da minha vida? Para o tempo e para a eternidade?

A fidelidade é uma proposta arriscada porque implica “perseverar na adesão a Deus e aos seus desígnios”*. Exige a delicada sabedoria de entrelaçar paciência, ponderação, oração, constância, humildade…A fortaleza deste “fio fiel” permitirá a construção de uma vida com sentido e sabor a Evangelho.

“Como é que se alimenta esta fidelidade? À luz da fidelidade de Deus”. Quanto mais confio na fidelidade de Deus, menos medo tenho de arriscar a vida com carácter definitivo e permanente. “Esta fidelidade é o segredo da alegria (…) que em si mesmo já é testemunho”*. Por isso é que, através da nossa vida consagrada, podemos ser “um vivo apelo para os jovens quando vivemos, pessoal e comunitariamente, a nossa consagração com coerência, plenitude e alegria.” (Regra de vida)

Esta reflexão pessoal e comunitária trouxe-nos a riqueza da partilha daquilo a que Deus nos interpela interiormente: apelo à coerência; não ficar à superfície das coisas; ir mais além daquilo que se vê e sente; dar sentido ao sacrifício; cultivar a alegria “simples, radiosa, sóbria e esperançosa”*.

A frescura da mensagem do Papa ressoa como um forte convite a cada um(a), segundo a sua vocação específica, a tomar São José como modelo de sonho, serviço e fidelidade.

*As citações são retiradas da Mensagem do Papa Francisco para o 58º Dia Mundial de oração pelas Vocações.

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